Autoconhecimento, Autodesenvolvimento E Autorrealização.

PNL vem antes do Coaching

A vontade de dar certo na profissão é justa e necessária, afinal é preciso se sustentar, pagar as contas e no final da vida, ter tranquilidade para colher o que plantou na juventude.

Encontrar uma profissão que dê dinheiro e nos realize é o sonho almejado por todas as pessoas. E quando aparece uma empresa de treinamento prometendo que o Coaching é a profissão do futuro, que as pessoas se sentirão bem e ainda ficarão ricas, a procura por estes cursos aumenta em proporção exponencial.

Os cursos de Coaching em todo o Brasil estão repletos de pessoas que querem se dar bem, mas aos poucos percebem que o certificado e a apostila embora tenham muitos questionários de perguntas espetaculares, não são o suficiente para tornar esplêndida a vida das pessoas.

Entre gritos e palmas todos se entusiasmam e imaginam o tapete vermelho que surgirá em sua frente, pois no meio da euforia coletiva não dá para raciocinar com discernimento. Ao término da formação percebem que a porta do céu tem uma chave que não pode ser encontrada e sim, construída. Ser um bom coach é uma construção que requer paciência, profundidade, silêncio, descobertas internas, observação imparcial, mudança de hábitos, desapego, capacidade de escuta ativa, coerência, humildade, ética e autoconhecimento.

Muitos têm o diploma, mas poucos realmente estão preparados para ter resultados reais e consistentes. Seus clientes desistem, não fazem as tarefas e tudo volta a ser como era antes, no reino da Dinamarca. Para fazer a diferença no mercado não basta seguir o roteiro aprendido no curso, pois cada cliente é único, especial, original e não se enquadra nas regras engessadas da indústria do treinamento. É preciso ter acuidade sensorial para perceber a real demanda do cliente, ter a sensibilidade de saber qual a pergunta que irá desatar o nó psicológico, escutar mais que falar, esvaziar-se de todos os conceitos e procurar entender o cliente assim como conseguiu fazer consigo próprio. “Somente uma alma entende outra alma”- afirmava Carl Jung. “… perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido…”, esta é a lição aprendida no Pai Nosso. Um profissional de Coaching levará o cliente ao êxito na proporção exata do seu próprio êxito. O mercado de Coaching está repleto de profissionais que querem ajudar outros sem saber resolver a própria vida.

A Programação Neurolinguística – PNL é a ciência do bem viver, e a partir do entendimento das estratégias mentais, consagra-se como a mais poderosa ferramenta de autoconhecimento.

O cérebro é o hardware que obedece a um software, e construir este programa através das palavras é uma arte e uma ciência a ser aprendida lenta e continuamente com cada experiência. A PNL desenvolveu as ferramentas a partir de observações de como as pessoas pensam o que pensam. O segredo é o “como”, isso é entender o processo mental. Todo ser humano tem uma estratégia para se sentir bem, para se sentir mal, para ser tímido, para ser extrovertido e para descobrir internamente como um comportamento é construído e dá a pessoa o poder de ser aquilo que decidiu ser. A PNL é uma carta de alforria à medida que se tem a liberdade de escolher as respostas, ao invés de apenas reagir às circunstâncias.

Um médico convence que é bom por sua própria saúde, uma nutricionista pelo peso ideal, um dentista pelos dentes bem cuidados, uma dermatologista pela pele perfeita e um coach pelo domínio de si e por seu estilo de vida apreciável. Coerência dá credibilidade. Um Coach sem PNL é um médico doente, uma nutricionista gorda, um dentista com cárie, uma dermatologista com espinhas.

Estude PNL, utilize as ferramentas na realização dos projetos, adquira propriedade na aplicação das técnicas, tenha domínio das suas emoções e perceba o quanto a congruência lhe faz forte, seguro e eficiente nas sessões de Coaching. A PNL é a diferença que faz a diferença!

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